fbpx

Você já teve a impressão que o mundo está desaprendendo a conversar? Como se as pessoas não se importassem muito com o que as outras dizem. Pois é, não se assuste, mas é algo que está acontecendo mesmo embora em uma escala bem menor do que parece ser.

 

Toda esta falta de comunicação tem a mesma origem: falta de empatia. Tanto as pessoas comuns quanto profissionais e empresas estão perdendo a capacidade de observar o mundo além do seu próprio ponto de vista. Fenômeno que não só prejudica a comunicação, mas também influencia no desenvolvimento de produtos desconectados da realidade dos consumidores.

 

E qual a solução para o problema? Empatia! É preciso empregar técnicas e processos que privilegiem a voz do outro, visando ouvir e compreender melhor realidades às vezes não acessadas por nós por estarmos ocupados demais com as nossas próprias coisas.

 

 

A empatia no mercado imobiliário.

 

Em primeiro lugar é preciso diferenciar empatia de simpatia, pois são conceitos bem distintos que muitas pessoas confundem. Diversas empresas acham que estão vendo o que o cliente quer, mas o fazem apenas por simpatia, sempre do ponto de vista da organização.

 

Ou seja, enquanto simpatia é olhar com interesse para o mundo de outra pessoa, mas sem abdicar do nosso ponto de vista, a empatia trata de se colocar no lugar de alguém, enxergando o mundo ao redor pelos olhos do outro.

 

Esta revolução empática levou a uma ampla segmentação de produtos imobiliários, com as incorporadoras e construtoras planejando imóveis para idosos, solteiros, divorciados, etc. Por isso, cada vez mais os empreendimentos buscam customizar as soluções, ofertando espaços que realmente combinam com o público.

 

 

Uma cultura centrada no consumidor.

Gestão de empatia

Empresas centradas no cliente conseguem ofertar produtos em sintonia com as necessidades do mercado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A empatia elege a percepção do cliente como condutora da jornada, pondo o cliente como o centro de todas as ações. Afinal, o cliente é que é o protagonista dessa história, é ele que tem as dores, a necessidade de transformação e não a marca.

 

Isso leva a uma mudança de cultura, com os gestores desenvolvendo a jornada de venda por meio de metodologias empáticas, de modo a traçar o caminho de relacionamento percorrido por um consumidor desde o primeiro contato com uma empresa  até a fidelização no pós-venda.

 

O resultado desses esforços é uma experiência positiva para o cliente, desde a busca por informações, durante a tomada da decisão de compra e até a finalização do negócio com a entrega do imóvel.

 

 

A empatia constrói laços mais profundos.

 

A compra de um imóvel é o negócio de uma vida, envolve tempo, burocracia e uma quantidade alta de dinheiro. Por isso, muitas expectativas são criadas pelo cliente. Quando a empresa imobiliária é capaz de ouvir e compreender o que está no coração do cliente, os anseios são correspondidos.

 

Por meio da empatia, o mercado imobiliário tem tido maior assertividade no desenvolvimento dos produtos, na oferta e experiência de compra, criando laços mais autênticos com os clientes.

 

 

Outros artigos.

 

A importância de um projeto bem elaborado

 

Qual legado da arquitetura para as grandes metrópoles?

 

O futuro da engenharia.