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A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) está integrando pequenas ferramentas do nosso cotidiano como os eletrodomésticos em uma rede de comunicação que traz acima de tudo conveniência. O resultado disso são lares inteligentes, conectados com as rotinas dos moradores de modo a segmentar e customizar soluções. Uma revolução que está mudando a forma do mercado imobiliário lidar com a jornada do cliente e com as necessidades cotidianas das pessoas na hora de planejar novos espaços e produtos.

Esta revolução da Internet das Coisas tem acontecido de forma sutil, mas bastante acelerada. Já vemos seu reflexo nos serviços de automação residencial, nos carros inteligentes, nas compras on-line, no planejamento de rotas por aplicativos de trânsito e até na economia de energia por meio de elevadores inteligentes.

Logo os edifícios estarão conectados com o seu entorno, configurados de forma adequada à vida ao seu redor, demandando projetos sob medida para essa realidade. Inovação que traz o consumidor para debaixo do holofote, para que tudo gire ao redor de suas necessidades.

A revolução da Internet das Coisas vai permitir que incorporadoras e construtoras obtenham dados bastante ricos sobre as necessidades do cliente, podendo desenhar o melhor cenário para ele viver, visando que ele usufrua, acima de tudo, de conveniência. Imagine ambientes onde os gadgets sejam capazes de identificar as necessidades das pessoas e antever soluções, como adaptar a temperatura e a luminosidade, comprar suprimentos em falta na dispensa, ligar aparelhos de forma pré-programada, entre inúmeras outras atividades.

 

Internet das Coisas no Mercado Imobiliário

Pessoa gerenciando atividades domésticas de forma on-line. Imagem: Pexels.

 

A conveniência facilita a vida das pessoas, agiliza os processos e dinamiza as tarefas. E nenhuma inovação agregará maior conveniência que a Internet das Coisas, uma vez que conectará perfis de consumo com serviços on-line. Uma revolução que deverá movimentar US$ 8 bilhões no Brasil em 2018, um crescimento de mais de 14% na comparação com 2017, segundo a empresa de pesquisa IDC1.

Por meio da Internet das Coisas, o mercado imobiliário ainda ganha ferramentas cada vez mais eficientes para construir a jornada do cliente de uma forma diferenciada e plural, estreitando o relacionamento entre empresas de construção civil e os compradores de imóveis. Desenvolvendo ofertas melhores segmentadas e desenhando serviços que proporcionem maior conveniência, segurança, conforto e economia. Isso para que o cliente tenha, enfim, todo o protagonismo que sonhou em seu lar, tendo tudo a sua volta sob controle.

 

[1] Fonte: Jornal Valor Econômico, na reportagem Internet das coisas deve
    gerar US$ 8 bilhões no Brasil, diz IDC de 31/01/2018.