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Os prédios inteligentes são um conceito muito claro de construção e com propósitos bem específicos. Enquanto muitos pensam que isso é apenas um rótulo de marketing para diferenciar alguns empreendimentos, a verdade é que um intelligent building (prédio inteligente) é tão diferente de um edifício normal quanto um smartphone de um celular comum.

 

Por proporcionarem maior segurança, conforto e melhor desempenho energético, além de agregar maior criatividade ao uso do espaço, os prédios inteligentes são cada vez mais valorizados, tendo uma demanda crescente de pessoas que buscam os benefícios de tantos diferenciais.

 

Esta tendência de construção veio para ficar, estando muito mais integrada com os atuais valores de consumo da sociedade ao buscar otimizar recursos sem abrir mão da conveniência. Atributos que os prédios inteligentes têm de sobra como veremos a seguir.

 

   

O que é um prédio inteligente?

 

Muitos pesquisadores definem os prédios (ou edifícios) inteligentes como um “esforço multidisciplinar para integrar e otimizar as estruturas, sistemas, serviços e gerenciamento da construção, a fim de criar um ambiente produtivo, econômico e aprovado pelo meio ambiente para os ocupantes da construção”. [1]

 

São edifícios que agregam ferramentas tecnológicas com o objetivo de otimizar a qualidade de vida das pessoas conforme o propósito de ocupação do prédio. aumentar a eficiência das construções, tanto em imóveis residenciais quanto comerciais.

 

São concebidos de modo a integrar soluções que o tornem sustentáveis energeticamente, seja na gestão de ar-condicionados, elevadores e até na obtenção de energia. Também recebem toda uma infraestrutura integrada à ferramentas de automação predial, troca de dados e internet das coisas, melhorando os atributos do prédio e promovendo maior conforto e praticidade para os ocupantes.

 

 

Como funcionam os prédios inteligentes?

Espaço corporativo

Fachada do Espaço 508 Corporate

 

O limite de atributos de um prédio inteligente está na criatividade de seus criadores. Com as ferramentas de tecnologia de hoje é possível se criar inúmeras soluções inteligentes para o cotidiano das pessoas. E o sucesso dessa concepção passa por um processo de empatia dos gestores ao imaginarem os desafios diários dos ocupantes do edifício.

 

Em um prédio inteligente, podemos controlar os níveis de luz, a temperatura do ambiente e até a ativação de um eletrodoméstico com o comando de voz ou por meio de um aplicativo digital. Também é possível programar tarefas, regular o desempenho de equipamentos e desligar o que se está desperdiçando.

 

Mas não para por aí. Os prédios inteligentes podem contar com diversas outras funcionalidades e até gerir toda a infraestrutura do edifício como um software mais robusto de smart building.

 

 

É possível aprimorar um prédio inteligente?

 

Em primeiro lugar, é possível que se faça um retrofit em um prédio antigo para que ele se torne uma construção inteligente. Em segundo, também é possível otimizar os diferenciais de um prédio inteligente.

 

Embora já sejam concebidos com uma série de diferenciais e funcionalidades específicas para o público do empreendimento, uma construção pode receber um upgrade quando gerida por softwares que permitam o desenvolvimento e a implementação de novas soluções.

 

Estas “atualizações” geram análises de dados mais elaboradas e eficientes para otimizar a gestão, analisando curvas de desempenho para grandes equipamentos, programando a manutenção preventiva e diminuindo os desperdícios de modo a previnir danos e a reduzir a necessidade de reparações, ou seja, ações que geram economia e prolongam a vida útil da construção.

 

 

[1] Fonte: ScienceDirect

 

 

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