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A engenharia acompanha a humanidade desde os tempos mais remotos, aprimorando-se com a nossa civilização ao longo dos milênios. Evolução que continua nos dias de hoje, progredindo cada vez mais rápido e com realizações cada vez mais complexas, o que nos leva a seguinte pergunta: qual o futuro da engenharia?

 

O desafio do engenheiro neste século é encontrar soluções inteligentes para problemas cada vez mais complexos, viabilizando uma engenharia sustentável e ao mesmo tempo acessível em custos. Tudo isso integrado às diversas tecnologias que vêm se tornando presentes no cotidiano das pessoas.

 

Logo, entender como essas tendências impactam a forma de se pensar a engenharia nos ajudará a capacitar melhor os profissionais responsáveis por lidar com todas as mudanças complexas que se avizinham neste futuro.

 

 

Engenharia sustentável.

 

Não se engane, a engenharia sustentável não se trata de um novo segmento desse ofício. É uma revolução muito maior em que os engenheiros estão revendo toda a técnica disponível para aplicá-la de uma forma em que se otimize ao máximo os recursos demandados.

 

Já não é mais possível atuar com uma engenharia totalmente desconectada da viabilidade cada vez mais restrita de recursos. E isso significa não só realizar uma obra mais sustentável, mas também pensar construções com uma gestão inteligente dos próprios recursos.

 

Hoje já não é possível se pensar novos projetos ignorando as fontes energéticas renováveis, a reutilização da água, o desempenho de materiais, além do uso de tecnologias de automação que permitam uma gestão de recursos. O engenheiro está em constante aprimoramento para identificar, desenvolver e implementar soluções que deixem um legado de sustentabilidade para a obra.

 

 

A quarta revolução industrial.

Futuro da engenharia

A transformação digital leva a engenharia para a quarta revolução industrial.

 

 

A quarta revolução industrial ou a Indústria 4.0. como é chamada por alguns estudiosos é uma realidade que irá mudar bastante a nossa engenharia. Isto porque nesta nova fase de desenvolvimento a indústria irá automatizar cada vez mais seus processos por meio de dispositivos inteligentes.

 

Afinal, a transformação digital se tornou um diferencial obrigatório para a competitividade das empresas, agregando uma capacidade imensurável de análise de dados conectada à toda a cadeia de produção por redes automatizadas.

 

Sendo assim, a maior industrialização das obras trará uma redução de custos importante para os novos negócios, além de proporcionar maior velocidade de construção e eficiência. Isso sem falar que os novos empreendimentos se tornarão ainda mais interessantes para investidores,  além de trazerem tecnologias embutidas que conectam os usuários do edifício às mais diversas tecnologias digitais.

 

 

Engenheiros multidisciplinares.

 

Tantos desafios demandam que o engenheiro seja ainda mais exigido como profissional. O futuro da engenharia demandará um maior desenvolvimento de soft skills como a comunicação interpessoal, multidisciplinaridade e inteligência emocional de forma que o engenheiro esteja melhor capacitado para cooperar com projetos complexos.

 

Outra soft skill importante será a empatia, a capacidade de observar as coisas pelos olhos dos futuros usuários, de modo a enxergar soluções cada vez mais customizadas para o público do empreendimento, promovendo maior qualidade de vida e conveniência.

 

Por último, uma época de revoluções e de grandes mudanças exige muita criatividade dos profissionais, lidando constantemente com inovação. Engenheiros criativos irão se adaptar mais facilmente à essa realidade, aperfeiçoando-se constantemente por meio de novos projetos.

 

 

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