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Aos poucos as pessoas estão descobrindo as vantagens de se viver em um mundo cada vez mais compartilhado. Uma realidade em que você pode realizar algo sem depender de comprar alguma coisa.

Trata-se de uma revolução que chegou discreta, tal como uma resposta ao hiperconsumismo das últimas décadas, e que já mudou a forma de muita gente lidar com as ferramentas do cotidiano. Uma modalidade muito mais inteligente de consumo.

Se antes era preciso ter uma bicicleta para pedalar, em muitas cidades agora é possível optar pelo uso de bikes compartilhadas. E não é só isso, a criatividade se tornou o limite para o que podemos dividir, emprestar e compartilhar de forma a facilitar o uso das coisas.

E como esse mundo compartilhado funciona? A dinâmica se dá por meio de 3 sistemas:

 

  1. Redistribuição: quando algo é realocado de um lugar onde estava sem utilidade para outro em que existe demanda;
  2. Lifestyle: quando se compartilha recursos como dinheiro, talentos e tempo;
  3. Compartilhamento ou colaboração: em que o consumidor paga pelo benefício ou utilidade da mercadoria ao invés de pagar pelo produto.

 

Ou seja, as pessoas estão aprendendo a viverem desapegadas das coisas, podendo, além de economizar, se livrarem do acúmulo de objetos que são usados esporadicamente. Descobrindo que só porque precisam de um buraco na parede não significa que tenham que comprar uma furadeira.

Neste contexto, centenas de startups criam novos negócios todos os dias baseados na economia compartilhada, embora o compartilhamento não esteja restrito aos serviços. É possível se compartilhar desde o seu tempo livre1até as suas coisas2.

Com isso, a economia colaborativa gera uma receita anual de US$3,5 bilhões para os seus usuários, valor que, segundo a Forbes, deve crescer 25% ao ano3.

Da próxima vez que for às compras, reflita primeiro se não há uma alternativa compartilhada para a sua necessidade. Você economiza, as pessoas se aproximam e o mundo agradece, uma vez que se emprestando coisas fica menos lixo para ser descartado no futuro.

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[1] Bliive: site que gerencia a troca de tempo entre as pessoas para que um ajude o outro de acordo com as demandas que surgem. Nunca envolve dinheiro.

[2] TemAçúcar: site brasileiro que intermedia o empréstimo de coisas como vestidos, liquidificadores, etc, entre pessoas nele cadastradas.

[3] Fonte: consumocolaborativo.cc, em “O que é a economia compartilhada”.